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histórias do pré-alpha

Muitas histórias foram vividas por nossa comunidade  durante o Pré-Alpha do Profane, confira aqui algumas delas! 

Na medida em que a Inquisição ganhou força, cinco grandes frotas deixaram Garun Vedai, um de cada reino, no intuito de colonizar novas terras. A viagem através do oceano desconhecido e inóspito não foi tão fácil, e muitos navios afundaram ou se perderam pelo caminho. Em alguns casos, eles acabaram misturando-se a outras frotas igualmente afetadas pelas tempestades e criaturas desconhecidas habitando aquela região.

Os navios chegaram às Ilhas Heréticas em momentos diversos, formando pequenos novos reinos. 

Sem a sombra do medo da Inquisição, os reinos das Ilhas Heréticas fizeram uns aos outros de inimigos. Portus, Homens Santos e Garon, assim como diversos outros reinos menores, viveram os próximos três séculos em conflito pelos últimos resquícios da magia dos Cinco Reinos de Torel, até que nem a magia nem Torel fossem mais lembrados.

A magia começou a ressurgir nas Ilhas Heréticas quando um pesquisador de Stronghelm acidentalmente ativou um artefato trazido de Garun Vedai. O artefato corrompeu os espíritos dos Fel-Vedai. Subitamente Stronghelm viu-se precisando enfrentar uma infestação de mortos-vivos.

Os segredos revelados pelo artefato levaram a novos estudos, e a descoberta da magia por outros meios. 

 

Conhecidos como Fundadores, esses primeiros Fel-Vedai a aprender a usar magia através de tentativa e erro abriram as portas de Semisus a reencontrar a magia perdida séculos antes, e motivaram uma nova onda de guerras por território e o controle de artefatos mágicos. 

É neste período que surgem as primeiras Guildas, fundadas por refugiados sem pátria ou aqueles que deixaram os jovens reinos em busca de tesouro e glória em um período sem a ameaça da Inquisição. Entre as mais marcantes guildas desse período estão InsanosTempláriosRagnarök e Head Hunters.

Em Portus, um grupo vindo de diferentes ilhas e apoiado pelo rei de Portus criou a guilda Templários, cujo intuito era de garantir a paz na ilha e proteger o reino. Já existia neste período a ameaça vinda de desertores da inquisição e prisioneiros de guerra refugiados na cidade de Veils. Era em Veils que havia surgido outra guilda, a Head Hunters, formada por saqueadores e conquistadores. O conflito entre as duas guildas duraria apenas alguns meses, quando o súbito desaparecimento dos líderes da Templários levou essa guilda à desordem. Há quem diga que existiram razões mais obscuras tanto para o desaparecimento dos seus líderes quanto o destino reservado à guilda, mas aqueles que sabem os fatos os mantêm em segredo. Uma vez guardiões de Portus, membros da Templários foram acusados de ataques a vilas e viajantes independentes dentro e fora do território do Reino de Portus. Em poucas semanas o que uma vez foi a Templários se desfez, dando espaço para a Head Hunters crescer no continente e praticamente controlá-lo além da ilha-reino de Portus, apesar de constantes conflitos com guildas menores. 

Em Morkhon surgiu a guilda Insanos, incentivada pelos Reis do Sul para enfrentar o Rei de Garon, ao norte, mas de fato formada por aventureiros e oportunistas interessados em auxiliar refugiados recém-chegados de Garun Vedai. Com o tempo, a Insanos desviou-se de sua missão de confrontar Garon e partiu para o saque de outros continentes.

Em Stronghelm, surge a Ragnarök, uma companhia de mercenários e aventureiros que ajudavam na chegada de refugiados à ilha e apoiavam os Homens Santos do conflito contra os mortos-vivos de Blacksong. Sem um inimigo imediato com quem lidar no continente fora alguns poucos bandos de invasores, a Ragnarök fazia ocasionais ataques à Portus e Morkhon em busca de tesouros e recursos que pudessem fortalecer sua posição em Stronghelm.

O caos e conflito desse período pareceu modificar o próprio mundo, e no oceano em torno das ilhas misteriosas cavernas submersas começaram a brotar da terra, guardando no seu interior cristais de função desconhecida. Foi a Head Hunters que descobriu o segredo de forma inusitada: Ao testar o uso de magia em um dos cristais, acidentalmente abriram um portal de onde uma criatura gigantesca surgiu. O Elemental Corrompido trouxe morte e destruição para Portus antes de finalmente ser abatido. A descoberta levou a uma corrida armamentista em que as Guildas brigavam para localizar e capturar os cristais no intuito de tentar controlar seus poderes.

Foi consequência dessa descoberta que, meses depois, o líder da Insanos, Erwin, deflagrou um ataque covarde utilizando um Elemental Corrompido da Fúria contra uma das cidades da Ragnarök, destruindo dezenas de casas e matando diversos Fel-Vedai. Perseguidos pelos seus crimes até mesmo em Morkhon, a liderança da Insanos desapareceu sem deixar rastros.

O ataque teve uma consequência muito maior do que Erwin poderiam imaginar. Na sequência do ataque e destruição de sua cidade, a Ragnarök partiu para Morkhon no intuito de obter sua vingança. Ao chegar lá, encontrou a Insanos esfacelada. Descontentes com o ataque provocado pelo seu antigo líder, diversos membros da guilda resolveram unir-se a seus velhos inimigos, levando a guilda Insanos ao seu fim.

Considerando-se líderes incontestáveis de Portus apesar de perdurarem os conflitos com guildas menores, a Head Hunters demorou para perceber o que acontecia do outro lado do arquipélago.

Vendo as fileiras da Ragnarök crescerem com a absorção da Insanos, a Head Hunters inicia uma campanha massiva de recrutamento de forma a fazer frente à única outra grande guilda remanescente nas Ilhas Heréticas. A decisão gera conflito entre os veteranos da guilda, o que levou a uma nova quebra, quando parte dos líderes originais da Guilda a deixaram para se tornarem mercenários.

Em Stronghelm, agora abandonada pela Ragnarök, membros de um culto obscuro de adoradores de uma criatura demoníaca atacaram a Muralha agora desguarnecida, permitindo que os mortos-vivos de Blacksong avançassem ilha a dentro, e isolando a cidade dos Homens Santos do resto do arquipélago.

Em Portus um mercenário chamado Pimba volta de uma expedição em alto mar com um segredo perdido durante as primeira migrações: a existência de quatro anéis poderosos ocultos sob a estátua no centro da cidade de Portus. Durante a noite, Pimba destrói a estátua e tira dela os quatro anéis que o tornam extremamente poderoso. Aproveitando-se do caos deixado pelos conflitos internos da Head Hunters, Pimba unifica os saqueadores de Veils sob sua bandeira e faz um acordo com a capitã Grry no clã Garras Vermelhas, gnolls que vinha saqueando o arquipélago havia anos, para formar um exército único. 

Antes que a Head Hunters pudesse reagir, Pimba parte com sua frota até Morkhon, planejando tomar a Coroa de Garon, um poderoso artefato capaz torná-lo imortal.​ 

O Cerco de Garon dura vários dias. Após perder o controle dos primeiros níveis do Pico de Garon para os exércitos de Pimba,

o Rei de Garon decide pedir ajuda a qualquer um que possa salvá-lo, incluindo seus antigos inimigos.

Head Hunters, Ragnarök, guildas menores e aventureiros independentes unem-se no sopé do Pico para ouvir as palavras do Vizir de Garon. Pimba teria tomado a Coroa de Garon mas, ao invés de usá-lo em sua cabeça, partira o artefato em três e escondera os cristais que o tornariam imortais entre seus exércitos. Se tivesse os cristais em sua posse, o Vizir seria capaz de reverter a magia e tirar a imortalidade de Pimba tempo o suficiente para que fosse morto por um esforço conjunto das guildas. Antes que mais detalhes sobre a missão possa ser dado, o armistício entre as guildas é quebrado quando Head Hunters ataca e mata membros da Ragnarök e das outras guildas.

Aproveitando a confusão, antigos membros da Head Hunters, agora atuando sobre a bandeira do Dinheiro, utilizam um portal secretamente marcado no topo do Pico de Garon, para chegar rapidamente ao castelo de Garon, onde confrontam Pimba, mas são rapidamente escorraçados pelo imortal.

Com o auxílio do Vizir e a Arquimaga de Garon, os aventureiros mortos são trazidos de volta a vida e equipados para fazer uma nova tentativa de investida contra as tropas de Pimba.

Ao longo de uma hora de conflito diversas tentativas desordenadas acabam nos primeiros níveis do Pico de Garon. Aqueles que conseguim passar pelos saqueadores de Veils e chegar à fortaleza que protege o castelo caem vítimas dos gnolls da Garras Vermelhas ou imps trazidos para a batalha pelos sacerdotes da Fúria gnolls. No caos do conflito, gnolls acidentalmente despertam os antigos senhores de Garon, espíritos enlouquecidos que atacam todos e qualquer um que atravesse seu caminho.

O caos é a cobertura perfeita para que a Head Hunters e seus antigos membros continem seu modus operandi, emboscando e assassinando a competição pela posse dos três cristais.

É UyoZZ, antigo veterano da Head Hunters que, com o apoio de Obvylon Photy, localizam os três cristais e os entregam ao Vizir, que completa o ritual para tirar a imortalidade de Pimba, mas não sua resistência sobrenatural. Pimba enfrenta diversas incursões ao Castelo de Garon. Novamente a Head Hunters tenta impedir que outros cheguem até o castelo, fazendo um bloqueio enquanto seus membros e aliados tentam enfrentar Pimba sozinhos e conquistar a fama pelo feito.

No sopé do Pico de Garon membros da Ragnarök e demais guildas se unem para invadir o Pico de Garon de forma organizada. Após uma batalha exaustiva, percebendo suas forças falhando, Pimba tenta escapar do castelo, para ser confrontado do lado de fora por quase quarenta aventureiros com a intenção de matá-lo.

No caos da batalha, com o corpo ferido e em chamas, Pimba cai com uma flechada no peito alegadamente disparada por Alemis, um aventureiro independente recém-chegado às Ilhas Heréticas.

O conflito, no entanto, não termina com a morte de Pimba. Imediatamente Head Hunters e Ragnarök brigam pelos espólios do conquistador, os anéis mágicos. O que deveria ser um momento de comemoração se torna um banho de sangue quando as duas guildas e guerreiros independentes lutam pela posse dos artefatos nas escadarias de Garon.

A luta pelos anéis teve fim apenas quando alguém utiliza o poder dos Fragmentos Elementais para trazer três Elementais Corrompidos ao Castelo.

Ao fim do dia, o Rei de Garon estava morto, sua coroa perdida, seu castelo destruído pelos Elementais e os anéis mágicos, desaparecidos.

Os Heróis de Garon: ZauTao, PhiasaN, Lestat, Shiroe, Kadesh, Azahael, Damstander, SrNooob, DeathFlag, Tim, Justiceiro, XuMyn, Korvac,  Alemis,  Noura,  Blackmask, UyoZZ,  issoaew, FlintHeart, Daddy, Okami, ZullKs, Photy, HerzMayhem, Cavera0, Ayato, VuddU, Matheus, Maverik, Focamacho, Arkwright, DrTaPiOCa, Rafinha, Taleko, Obvylon, Morte, MainR2D2, Caligula, Magnus, Eldryom, vithor14